Francisco defende «mínimo
necessário» para cada família e condena ideologias que a destroem
“Hoje vemos e experimentamos, em várias
frentes, como a família está a ser fragilizada e posta em discussão. Julgando-a
um modelo já ultrapassado e sem lugar nas nossas sociedades, a pretexto de
modernidade favorece-se cada vez mais um sistema baseado no modelo do
isolamento”.
“Não
têm ninguém com quem conversar. Pensem os pais, pensem as mães: falam com os
seus filhos, as suas filhas, ou estão sempre ocupados, cheios de pressa?”
“A
precariedade ameaça não só o estômago (e isto é já muito!), mas pode ameaçar
também a alma, pode desmotivar-nos, tirar-nos a força e tentar-nos para
caminhos ou alternativas com solução só aparente que, no fim de contas, não
resolve nada”.
IN Agência Ecclesia 15 de Fevereiro de 2016, às 23:23

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